História caóticamente repetida encontra em Children of Men dois ingredientes fundamentais para que, apesar da exaustão do tema, resulte. Primeiro porque é um filme que não cheira a Hollywood, apesar do futurismo, dá espaço ao curto intervalo de tempo em que a acção se desenrola relativamente áquele em que o filme é produzido. Depois Clive Owen convence, há maturidade e expressão num actor que se vai desconectando a elencos recheados (Closer, SinCity, Inside Man) numa carreira que progride de forma impecável.
A história é a de sempre: Fim da humanidade como se (re)conhece, problema global de infertilidade feminina (duvido, acredito mais em problema crónico na região hidraulica masculina) e eis que se encontra um exemplar em plena gestação. Pelo meio Theo (Clive Owen) vai exorcizando alguns dos seus demónios e luta pelo propósito básico de defesa animal: garantir a sua própria existência.
Nota atribuída em www.rottentomatoes.com = 80% Muito Satisfatória
















1 response so far ↓
1 marta perreira // Nov 13, 2006 at 4:47 am
Desde o “closer” que não gosto do Clive Owen….há filmes que marcam um actor. Este filme perdeu um espectador
Leave a Comment