
A procura da catalogação encontra na musicalidade deste grupo português um difícil caso de análise, não pela sonoridade, mas por tudo aquilo que esta transporta.
“Cheira a mar” disse um dia figura simples das revistas típicas. Concordo.
Há em toda esta musicalidade uma carga histórica que convive paradoxalmente com a electrónica, num ambiente de harmonia que se estranha e acompanha.
Boémio e vadio, um álbum que é refém do primeiro trabalho enquanto continuidade, mas nunca enquanto repetição.
E vale a pena ouvir.
















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