Sobre as teorias da forma, que são uma espécie de Juiz arbitral que se estabelecem logo a partir da análise de um projecto e que por vezes nos encurtam o discernimento.
Uma ideia diferente com resultado estranho. A ver:
Tradução livre a partir do texto via >> Noticias Arquitectura
O projecto surge como resposta ás características que o lugar oferece. Por um lado a necessidade de relação com o tecido urbano em desenvolvimento, e, por outro, conservar o desenho expressivo da paisagem natural em que se encontra.
Nesta contraposição, o projecto conseguiu definir as tensões que o articulam e que lhe permitem organizar-se como uma resposta coerente ás condicionantes que existem no lugar. Assimilar esta contraposição levou o projecto a encontrar a sua definição especifica, como uma reflexão dialéctica, sóbria e coerente, alternando entre o carácter artificial urbano e o valor intrínseco do orgânico.
Desta forma o projecto aparece como uma massa modelada em função das tensões resultantes da relação entre os espaços que o rodeia. A partir da cidade, reconhece o seu lado urbano; alçados limpos, ordenados e pausados que definem os limites construídos do espaço. A partir do mar, encontra a sua condição especifica para uma busca espacial que procura interpretar aquilo que a paisagem e a geografia vão sugerindo. A partir daqui, formula-se a possibilidade da modelação de acordo com a baía, com amplas superfícies côncavas que estabelecem relações poderosas com a paisagem natural circundante, ancorando-se como uma vela de frente para o mar, modelando-se sobre o perfil incerto da costa que domina, abrindo-se assim sobre o horizonte.





















1 response so far ↓
1 Arquitectura.pt // Mar 18, 2007 at 4:22 am
[via AspirinaLight.com] EBV Arquitectos - Auditorio e Centro de Congresos, Murcia…
Artigo Original Publicado em http://www.AspirinaLight.com
http://aspirinalight.com/wp-content/uploads/4.jpg
http://aspirinalight.com/wp-content/uploads/1.jpg
http://aspirinalight.com/wp-content/uplo…...
Leave a Comment