E se a escola, na sua singularidade, abrisse actividade para o exterior que a rodeia? Que forma teria o objecto da sua vocação?
Um enorme anfiteatro abre-se para a rua em tique americano de servir com uma vénia a integração na comunidade. O anfiteatro exterior é apenas uma antecipação. Na fachada que se debruça sobre a entrada, uma trama com reminiscências orgânicas define a face que se distingue no edificio, metáfora de colagem simples aos favos de uma colmeia e o trabalho dos artistas e respectivas criatividades que zumbem no interior da caixa. Uma moldura verde em volta do grande vão reforça a dimensão da abertura.
O espaço faz-se da tensão entre o desenho interior e a vocação franca de relação com o exterior. É na localização do ginásio que se concretiza o elemento de mediação entre estas duas realidades, sempre visível a ambas.
Surpreende a economia de meios. A concretização das intenções faria supor um investimento maior. É objecto vulgar na forma como segue a cultura comunitária de propaganda cínica com que a América nos brinda todos os dias, e é aí que resulta. O ancoramento não se pode fazer sempre por topografias fantasiosas.
Apresenta-se a Claude Watson School do grupo Kohn Shnier Architects como exemplo distinto daquele que tem sido o movimento new age da arquitectura contemporânea e respectivas mecânicas de desagregação no processo de projecto.
Um edificio que constitui um exemplo notável de multi-disciplinariedade e rigor construtivo. Cada vez mais raros.
Via >> DailyDose

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Claude Watson School – Kohn Shnier Architects [Via Aspirinalight.com]…
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E se a escola, na sua singularidade, abrisse actividade para o exterior que a rodeia? Que forma teria o objecto da sua voca……