Oscar, The Aftermath

Tuesday 26th February 08

No preview do fim de semana fiz referência à cena na loja de conveniência, o YouTube está neste momento a alojar a cena por completo, espera-se que por lá se aguente mais tempo porque é coisa absolutamente genial (e porque justifica por si só tudo o que a fita dos Cohen – Josh Brolin que nos perdoe – venceu no Kodak Theatre)

No Country for Old Man é hoje anunciado em Portugal como o grande vencedor dos Óscares, o que lhe trará um considerável volume de espectadores, situação mais do que merecida, mas que acabará por roubar as devidas vénias a There Will Be Blood, apesar deste estar em rodagem desde 14 de Fevereiro.

E There Will Be Blood foi mesmo o filme do ano, pelo menos para mim.

Ver Javier Bardem carregar o filme às costas é um deleite para a vista, coisa que ambos os Cohen muito lhe devem ter agradecido. Isso e o ainda low profile de Paul Thomas Anderson que fica assim na calha para uma próxima grande obra que lhe valha finalmente estatuto para reconhecimento. O Paul que não desista, pois a Scorsese custou uma vida de trabalho…

Da noite de domingo ficam meia dúzia de ideias interessantes, e que, à excepção do galardão para melhor actriz secundária, todos os galardões estavam há muito reservados para aquelas que foram as interpretações do ano.

E nesse sentido existiram, mão à palmatória, dois senhores que se sentaram em lugar à mesma altura, pois dissecando com precisão No Country for Old Man e There Will  be Blood, tanto Bardem como Day-Lewis fazem papelaços para recordar durante os próximos anos.

Para concluir, foi sem duvida a cerimónia mais competitiva dos últimos anos, com 5 filmes de alto calibre, e com isso ganhamos todos.

Oscar 2008

Friday 22nd February 08

Algumas ideias sobre o evento de domingo:

Atonement

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A adaptação de Joe Wright ao romance de Ian McEwan com o mesmo nome não é um filme arrebatador, e confirma, salvo meia dúzia de excepções o velho dito de Hollywood, é que raras vezes um remake supera a versão original, e poucas vezes uma adaptação consagra a obra escrita que a precede.

Atonement é filme de magnifica banda sonora e sustentado pelas interpretações de Keira Knightley e James McAvoy. Knightley brilhante e McAvoy a dar seguimento a uma carreira inteligente e que após The Last King of Scotland o confirma agora como um dos actores emergentes de uma nova geração, da qual Knightley, mais blockbuster, também faz parte.

A cinematografia, acompanhada pelas verdadeiras sinfonias de batimento de tecla de máquina de escrever que nos guardam o segredo que o final tem para mostrar, confunde-se não raras vezes com Pride and Prejudice, também de Wright, o que confunde o resultado de um grande filme, com uma forma de fazer cinema. Não deixa de se sentir uma mão cheia de Deja Vús.

Michael Clayton

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Raras vezes um filme de moralidade americana resultou em tamanha aclamação. E Michael Clayton, Clooney e Tony Gilroy merecem os elogios por completo.

Clooney, no papel do advogado underdog, anula o factor que em tempos o excluía das avaliações criticas, é que apesar de bem parecido, Clayton é um homem acabado em si mesmo com total incapacidade em aceitar a trama que o rodeia, pessoal e profissionalmente, que se balança entre a fatalidade de enfrentar o mundo real e a arbitrariedade de uma mesa de jogo.

Michael Clayton é hoje um filme mais fácil do que o seria há 10 anos atrás, e Clooney torna o exercício de cinema mais fácil à medida em que Clayton se revela e com ele o background monopolista que o envolve. A ele e ao brilhante argumento que se mostra de trás para a frente e de novo de volta ao principio, sem recorrer a golpes de protagonismo ou maior afirmação.

Juno

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Quando no ano passado Little Miss Sunshine reservou assento entre as nomeações para filme do ano poucos acreditariam que uma fita do mesmo género voltasse a chegar à noite de gloria do cinema em tão curto espaço de tempo. Mas não é essa a glória de Juno.

Juno é improvável na sua “inocência adolescente” e não perde valor à medida que se vai revelando tão humano quanto genuinamente doce e pateta. A história de uma grávida adolescente a quem a dureza da maternidade precoce não altera a forma de estar e se relacionar com aqueles que, fruto das circunstâncias, surgem a seu lado, é contrabalançada com o altruísmo de quem se recusa a interromper a gravidez e, no inicio do atribulado processo, decide dar o seu bebé a uma adopção seleccionada.

E se o voto do sentimentalismo valesse, Juno arrecadava o ouro no Kodak Theatre.

No Country for Old Man

 

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No Country for Old Man é o tipico filme que surpreende pelo elenco que o torna categórico. É assinado por Joel e Ethan (!) Cohen.

Com papelaços de Javier Bardem e Josh Brolin, No Country for Old Man torna-se obsessivo pelo silêncio ao mesmo tempo que se revela cada vez mais cru na fotografia e violento na acção apesar de nunca esconder um provincianismo texano-sulista ilustrado por um homem rude que se julga capaz de guardar consigo uma fortuna de um negócio narcótico que correu mal, ao mesmo tempo em que é perseguído por um dos melhores assassinos da história do cinema.

Bardem, na sua performance americana, engana-nos por completo. Torna impossível qualquer hipótese de identificação com o tipo que fez Mar Adentro e com isso alcança uma identidade magnifica. O diálogo com o dono da loja de conveniência é, por si só, um dos melhores pedaços de filme dos últimos anos.

There Will Be Blood

 

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There Will Be Blood é o filme do ano. E com a concorrência de No Country for Old Man e Michael Clayton o feito torna-se ainda mais espectacular. Não só é assim, como ainda vence com facilidade.

Daniel Day-Lewis foi descrito recentemente por Nuno Markl como o homem com a gestão de carreira mais inteligente da história do cinema. E não há meio de contrariar a ideia. Se There Will Be Blood é filme de excelência na direcção e realização deve-o, em partes iguais, a Paul Thomas Anderson e Daniel Day-Lewis.

A ascensão de um senhor do petróleo e a sua obsessão pela competitividade é vista a par do contrapeso cénico protagonizado por Paul Dano, um falso moralista religioso que procura a todo o custo afirmar a sua religiosidade sobre a ganância de Day-Lewis.

Mais do que um filme sobre a origem da corrida ao ouro negro e o seguidismo religioso, There Will Be Blood é uma obra prima sobre a escassez de materialismo. É assumpção pessoal a todo o custo, ganância e obsessões monstruosas que culminam em cena notável, com os dois homens que fizeram valer a história durante um par de horas a consumiram-se mutuamente, muito depois de, cada um a seu jeito, ter consumido o que deles restava. E se Daniel Plainview se revela cada vez mais egoísta e desumano numa sinceridade desarmante, Eli perde a máscara, reconhece-se e assim não deixa de se assumir fiel à sua falsidade no culminar de uma das mais bem contadas histórias da história do cinema moderno.

Valem, todos sem excepção, a ida ao cinema e provavelmente estará reservada à academia a possibilidade de nos surpreender com as suas escolhas. É normal que assim aconteça, com a excepção de este ano se contar com uma mão cheia de grandes filmes, qualquer um com argumentos válidos para uma vitória no culminar na noite. Aguardamos para ver, é para acompanhar na madrugada de segunda, por cá, na TVI.

Sobre o reconhecimento do valor

Thursday 21st February 08

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O desportivo Record online reservou hoje à secção fotogaleria uma imagem do chamado Bird’s Nest, o futuro Estádio Olímpico de Pequim que lá mais para o final do ano será um dos palcos das olimpíadas a oriente.

É uma das conquistas da arquitectura moderna. As grandes obras desportivas, outrora referenciadas pela magnificência da sua engenharia e respectiva envergadura, são hoje vistas como resultado conjunto da coordenação entre cálculo físico preciso e o desenho que envolve estas enormes estruturas. É aqui que a arquitectura assume finalmente o seu momento diferencial, como parte indissociável da forma como se faz cidade, e, sobretudo, na importância que o sentido estético confere a edifícios que até à relativamente pouco tempo eram considerados acima de tudo pela resposta que davam a um certo tipo de problema, sem maiores preocupações no que ao impacto da sua presença dizia respeito.

Em Portugal o processo de educação [ou sensibilização] iniciou-se em 1998, quando a exposição internacional de Lisboa serviu de plataforma para a credibilização do papel do arquitecto numa mega-estrutura urbana. Com o Porto 2001, consagrado em sucesso posterior após a inauguração da casa da música de Koolhaas e a entrada em funcionamento da rede de metro assinada sobretudo por Souto Moura, e, mais recentemente, com os estádios de Porto e Braga para o Euro’04, os portugueses tiveram a hipótese de finalmente conferirem em resultado prático o papel do arquitecto nas propostas a apresentar para as cidades de hoje, mas sobretudo, no planeamento que se exige para amanhã.

Ao invés de publicar uma foto em glória de Nelson Évora ou Vanessa Fernandes, ou de um qualquer outro atleta internacional em preparação para o certame olímpico, a redacção do record entendeu que uma imagem de arquitectura em ebulição ilustraria da melhor forma esta fase embrionária do evento desportivo mais visto em todo o mundo, pedaço comum à cultura da humanidade.

Devemos todos olhar com atenção para a importância do momento.

E apesar de hoje olharmos com algum desanimo para o que se fez no Parque das Nações, ou para o estado de abandono dos estádios de Faro/Loulé e Aveiro, resultados assustadores de incapacidade em acautelar o dia seguinte ou pura má gestão de activos que poderiam ser canalizados para outras áreas em carência da nossa economia, pelo menos poderemos avaliar a situação do ponto de vista de quem se dedica à prática com o mero sentido de fazer bem e ver assim reconhecida a capacidade e importância do arquitecto na cidade moderna.

Já ganhámos todos com isso.

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Masdar City – Preview

Thursday 14th February 08

Foi em Junho que publiquei pela primeira vez o plano da Foster and Partners para Masdar, the next big thing a nascer em Abu Dhabi. Via NY Times foi disponibilizada uma viagem virtual pelo masterplan, uma boa forma de verificar como a grande intervenção se propõe acontecer, o milagre do instant-video-online permite a divulgação e partilha imediatas, com alojamento no youtube.

A verificar.

Carta aberta a Pedro Gadanho

Monday 11th February 08

Sempre quis escrever uma carta aberta, mas nunca encontrei causa para os meus intentos. Tenho visto algumas cartas abertas pela imprensa escrita e confesso que algumas são verdadeiras pérolas de semântica e bem escrever. Ainda as confundo com o chamado ‘direito de resposta’. Dever-se-íam definir ambos os conceitos, de modo a que quem queira escrever uma carta aberta não acabe por cair afinal no erro de accionar o respectivo direito de resposta.

Estimo que isso não esteja a acontecer comigo, neste preciso momento.

Leio via O Desproposito a carta aberta que escreve. Não possuía destinatário o que me parece lamentável, corre o risco de não chegar ao destino, e assim, não ser lida por quem de direito. Pior, de não ser interpretada com o cuidado que merece.

Bem escrita e assertiva, é uma espécie de herdeira natural do estilo curto e grosso com que a nossa literatura tão bem se tem vindo a tratar desde a revolução de 74. Uma espécie de mal estar permanente que não pressupõe nada de bom, um risco eminente de mudança e exultação do povo. Temo-nos vindo a debater com boas intenções do mesmo género ao longo dos últimos 34 anos, mas pecamos invariavelmente na forma como não conseguimos concretizar o ímpeto inicial e isso conduz-nos a sérios problemas de assumpção de identidade. Acabamos quase sempre por escolher o alvo errado.

O prazo do DL 73/73 desvanece aos nossos olhos, o tempo de discussão e aprovação da coisa começa a esgotar-se, e corremos o sério risco de vir mesmo a conseguir a aprovação do documento. Não me ocorre disparate pior. Uma espécie de catástrofe eminente à qual se não conseguirá escapar. Sobretudo porque esgotará o conceito de “bode expiatório” a que tantas vezes recorremos, é caso para nos questionarmos. E depois, de quem nos queixamos?

A discussão do 73/73 tem servido acima de tudo como um balão de oxigénio para a comunidade de arquitectos portugueses. Caso um dia, um documento idêntico, ou o mesmo, venha a ser aprovado, diz o Pedro, “simplesmente devolverá a competência de projecto àqueles com quem sempre deveria ter estado “, apesar de me sentir lisonjeado com a sua crença, acredito que o problema se encontra a jusante daquilo que defende. E no caso especifico o episódio de Sócrates é mera nota de rodapé no panorama de crimes urbano-paisagisticos com que nos temos vindo a deparar desde que o tema entrou em ponderação.

A aprovação sugerirá que pelo menos a competência no desenvolvimento de projecto estará entregue a quem de direito. Mas a história recente evidência que os arquitectos não perseguem esse objectivo como a maior das prioridades.

Não sou propriamente um acérrimo defensor do Decreto uma vez que acredito que muito boa gente sem formação no âmbito das artes estará dotada de melhor gosto arquitectónico do que a maioria dos licenciados em arquitectura que todos os anos iniciam o seu percurso profissional. E se reconheço culpa a alguém na morosidade do processo, então é dentro da própria classe, e todos os dias me deparo com as torres de Lisboa a lembrarem-me disto mesmo: ‘Que tudo é negociado’, e que dentro das prioridades de uma elite especifica, o 73/73 é episódio de somenos importância.

A parca imagem de cultura nacional que as obras de Sócrates nos transmitem é somente parte de um problema que os arquitectos não fazem questão de resolver acima de qualquer outra questão, e afinal, enquanto durar, é bandeira formidável para a luta da classe, conceito manhoso mas que serve perfeitamente os intentos dos demais. Pelo menos de alguns. Os que podem dar-se ao luxo de se não preocuparem com o passo seguinte.

Assim acontece em tantos outros lugares da nossa sociedade.

As estratégias de desculpabilização adoptadas pelo nosso Primeiro atestam apenas o provincianismo nacional. Não justificam mais nada que não seja a incapacidade de reconhecimento do erro, preconceito fundamental para a manutenção de uma série de lacunas de principio que minam a nossa forma de estar e que assim comprometem o desenvolvimento sustentado de um país à beira da falência, que falha pela total descoordenação entre as partes, e dentro das partes em si. Quando não conseguimos concertar uma estratégia que sirva a todos dentro de uma ordem profissional, de que modo conseguiremos um dia vir a justificar o direito à defesa da classe que se representa?

Considero muito útil a carta que escreve, desde que remetida à Travessa do Carvalho, números 21 a 25, com meia dúzia de aditamentos.

Sob o tema “A água e o desenvolvimento sustentável”, abre de 14 de Junho a 14 de Setembro próximos a Expo Zaragoza 2008, que contará com a presença de mais de 100 países, num evento que pretende, para além da natural exultação do tema geral do evento, ser um pólo multicultural ao jeito daquilo que as exposições internacionais se propõem promover.

Com uma temática vasta, ao longo dos 93 dias de actividades musicais, desportivas e teatrais, será a diversidade de arquitecturas a conferir expressão construída ao evento, e, mais uma vez, pautam o espaço urbano uma vasta gama de pavilhões new-age em harmonia com a pacatez do desenho paisagístico, coisa que só se perdoa porque o momento se presta a excessos (e existirá sempre a garantia de que um qualquer pavilhão manhoso se poderá tornar um dia num simpático casino).

Em 145 hectares, a água será utilizada como o tema do evento, em metáfora à união entre povos e culturas diferentes e ao legado histórico que a exploração marítima conferiu à noção actual de humanidade. O tema geral subdividir-se-à em 3 subtemas, ” Água para a vida”, “Água, recurso único” e “As paisagens da água”. O investimento total na exposição ascende aos 1,650 milhões de euros, orçamento bastante arriscado tendo em conta o desastre que foi a Exposição de Sevilha em 1992.

O preço dos bilhetes será de 47,70 EU, passe para três dias, e de 143,10 EU, livre-trânsito, apenas disponível para quem o adquirir até ao próximo dia 13 de Junho.

 

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É o primeiro edificio a receber a distinção de seis estrelas para o Green Building Council of Australia. Inaugurado em 2006 e com projecto a cabo do grupo Design Inc.

Situado em Melbourne, Austrália, o edifício distingue-se pela fachada ensombreada por painéis de madeira cujo controlo de abertura é feito de forma automática, dependendo apenas da intensidade da luz solar. A esta tecnologia cabe apenas uma percentagem dos 50 milhões de dólares Australianos destinados à concepção de um edifício com mais valias tecnológicas, que incluem também o uso de painéis fotovoltaicos, refrigeração de pavimentos e um sistema de tratamento de águas sujas dentro do ambiente construído.

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Absolutamente notável é o facto de se esperar que o investimento feito seja retornado pela sustentabilidade do próprio projecto num prazo de dez anos. Uma década para que o edifício se pague a si mesmo.

@ Architechnophilia

AspirinaLight.com, 3.0

Monday 4th February 08

Após um fim de semana intenso em edição de conteúdos e afinação de design, o Aspirina chega à versão que se pode convencionar por v3.0 .

O formato de 3 colunas sofre a alteração de centralização de artigos e os widgets dispõem-se agora em duas barras laterais, com linkagem directa para alguns websites cuja visita é imprescindível, sobretudo no que diz respeito a revistas online e blogs que são hoje uma referência para mim e que, acredito eu, merecem o devido destaque pelo trabalho desenvolvido e que muito contribuem para a divulgação da arquitectura, entre outros temas.

Foram adicionados blogs na secção de arquitectura e em breve será completado o processo com a inclusão de outros generalistas e de temas mais particulares.

Em breve será adicionado mais um banner na secção Online Mag’Room, com inclusão de um projecto inovador com o qual o aspirina irá colaborar de forma activa, libertando espaço para outras ideias, outros conceitos, e outros devaneios sobre os quais pretendo escrever.

O design torna-se assim mais limpo e objectivo, colocando os temas em questão numa posição mais central e de consumo simples. Afinal sempre foi esse o objectivo.

Obrigado a todos pelas visitas continuas, mesmo com publicação menos efectiva. É um estimulo para continuar a trabalhar!

Também pretendo iniciar a tradução de textos em inglês, uma coisa de cada vez. :)