Archive for the 'Cinema [.pt]' Category

7 meses

O mais espectacular comic book de sempre chega às salas de cinema a meio do próximo ano.

Mais uma vez, Alan Moore optou por se distanciar da produção do filme, como fez de resto com From Hell e V for Vendetta. Se Watchmen, o filme, merecer o mesmo tipo de respeito que as adaptações anteriores de obras escritas de Master Moore, então podemos considerar que pelo menos ao nível da cinematografia o senhor se pode manter afastado do processo de metamorfose do seu génio literário para grandes obras da sétima arte.

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July 18th

O 2º Trailer

Oscar, The Aftermath

No preview do fim de semana fiz referência à cena na loja de conveniência, o YouTube está neste momento a alojar a cena por completo, espera-se que por lá se aguente mais tempo porque é coisa absolutamente genial (e porque justifica por si só tudo o que a fita dos Cohen – Josh Brolin que nos perdoe – venceu no Kodak Theatre)

No Country for Old Man é hoje anunciado em Portugal como o grande vencedor dos Óscares, o que lhe trará um considerável volume de espectadores, situação mais do que merecida, mas que acabará por roubar as devidas vénias a There Will Be Blood, apesar deste estar em rodagem desde 14 de Fevereiro.

E There Will Be Blood foi mesmo o filme do ano, pelo menos para mim.

Ver Javier Bardem carregar o filme às costas é um deleite para a vista, coisa que ambos os Cohen muito lhe devem ter agradecido. Isso e o ainda low profile de Paul Thomas Anderson que fica assim na calha para uma próxima grande obra que lhe valha finalmente estatuto para reconhecimento. O Paul que não desista, pois a Scorsese custou uma vida de trabalho…

Da noite de domingo ficam meia dúzia de ideias interessantes, e que, à excepção do galardão para melhor actriz secundária, todos os galardões estavam há muito reservados para aquelas que foram as interpretações do ano.

E nesse sentido existiram, mão à palmatória, dois senhores que se sentaram em lugar à mesma altura, pois dissecando com precisão No Country for Old Man e There Will  be Blood, tanto Bardem como Day-Lewis fazem papelaços para recordar durante os próximos anos.

Para concluir, foi sem duvida a cerimónia mais competitiva dos últimos anos, com 5 filmes de alto calibre, e com isso ganhamos todos.

Oscar 2008

Algumas ideias sobre o evento de domingo:

Atonement

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A adaptação de Joe Wright ao romance de Ian McEwan com o mesmo nome não é um filme arrebatador, e confirma, salvo meia dúzia de excepções o velho dito de Hollywood, é que raras vezes um remake supera a versão original, e poucas vezes uma adaptação consagra a obra escrita que a precede.

Atonement é filme de magnifica banda sonora e sustentado pelas interpretações de Keira Knightley e James McAvoy. Knightley brilhante e McAvoy a dar seguimento a uma carreira inteligente e que após The Last King of Scotland o confirma agora como um dos actores emergentes de uma nova geração, da qual Knightley, mais blockbuster, também faz parte.

A cinematografia, acompanhada pelas verdadeiras sinfonias de batimento de tecla de máquina de escrever que nos guardam o segredo que o final tem para mostrar, confunde-se não raras vezes com Pride and Prejudice, também de Wright, o que confunde o resultado de um grande filme, com uma forma de fazer cinema. Não deixa de se sentir uma mão cheia de Deja Vús.

Michael Clayton

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Raras vezes um filme de moralidade americana resultou em tamanha aclamação. E Michael Clayton, Clooney e Tony Gilroy merecem os elogios por completo.

Clooney, no papel do advogado underdog, anula o factor que em tempos o excluía das avaliações criticas, é que apesar de bem parecido, Clayton é um homem acabado em si mesmo com total incapacidade em aceitar a trama que o rodeia, pessoal e profissionalmente, que se balança entre a fatalidade de enfrentar o mundo real e a arbitrariedade de uma mesa de jogo.

Michael Clayton é hoje um filme mais fácil do que o seria há 10 anos atrás, e Clooney torna o exercício de cinema mais fácil à medida em que Clayton se revela e com ele o background monopolista que o envolve. A ele e ao brilhante argumento que se mostra de trás para a frente e de novo de volta ao principio, sem recorrer a golpes de protagonismo ou maior afirmação.

Juno

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Quando no ano passado Little Miss Sunshine reservou assento entre as nomeações para filme do ano poucos acreditariam que uma fita do mesmo género voltasse a chegar à noite de gloria do cinema em tão curto espaço de tempo. Mas não é essa a glória de Juno.

Juno é improvável na sua “inocência adolescente” e não perde valor à medida que se vai revelando tão humano quanto genuinamente doce e pateta. A história de uma grávida adolescente a quem a dureza da maternidade precoce não altera a forma de estar e se relacionar com aqueles que, fruto das circunstâncias, surgem a seu lado, é contrabalançada com o altruísmo de quem se recusa a interromper a gravidez e, no inicio do atribulado processo, decide dar o seu bebé a uma adopção seleccionada.

E se o voto do sentimentalismo valesse, Juno arrecadava o ouro no Kodak Theatre.

No Country for Old Man

 

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No Country for Old Man é o tipico filme que surpreende pelo elenco que o torna categórico. É assinado por Joel e Ethan (!) Cohen.

Com papelaços de Javier Bardem e Josh Brolin, No Country for Old Man torna-se obsessivo pelo silêncio ao mesmo tempo que se revela cada vez mais cru na fotografia e violento na acção apesar de nunca esconder um provincianismo texano-sulista ilustrado por um homem rude que se julga capaz de guardar consigo uma fortuna de um negócio narcótico que correu mal, ao mesmo tempo em que é perseguído por um dos melhores assassinos da história do cinema.

Bardem, na sua performance americana, engana-nos por completo. Torna impossível qualquer hipótese de identificação com o tipo que fez Mar Adentro e com isso alcança uma identidade magnifica. O diálogo com o dono da loja de conveniência é, por si só, um dos melhores pedaços de filme dos últimos anos.

There Will Be Blood

 

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There Will Be Blood é o filme do ano. E com a concorrência de No Country for Old Man e Michael Clayton o feito torna-se ainda mais espectacular. Não só é assim, como ainda vence com facilidade.

Daniel Day-Lewis foi descrito recentemente por Nuno Markl como o homem com a gestão de carreira mais inteligente da história do cinema. E não há meio de contrariar a ideia. Se There Will Be Blood é filme de excelência na direcção e realização deve-o, em partes iguais, a Paul Thomas Anderson e Daniel Day-Lewis.

A ascensão de um senhor do petróleo e a sua obsessão pela competitividade é vista a par do contrapeso cénico protagonizado por Paul Dano, um falso moralista religioso que procura a todo o custo afirmar a sua religiosidade sobre a ganância de Day-Lewis.

Mais do que um filme sobre a origem da corrida ao ouro negro e o seguidismo religioso, There Will Be Blood é uma obra prima sobre a escassez de materialismo. É assumpção pessoal a todo o custo, ganância e obsessões monstruosas que culminam em cena notável, com os dois homens que fizeram valer a história durante um par de horas a consumiram-se mutuamente, muito depois de, cada um a seu jeito, ter consumido o que deles restava. E se Daniel Plainview se revela cada vez mais egoísta e desumano numa sinceridade desarmante, Eli perde a máscara, reconhece-se e assim não deixa de se assumir fiel à sua falsidade no culminar de uma das mais bem contadas histórias da história do cinema moderno.

Valem, todos sem excepção, a ida ao cinema e provavelmente estará reservada à academia a possibilidade de nos surpreender com as suas escolhas. É normal que assim aconteça, com a excepção de este ano se contar com uma mão cheia de grandes filmes, qualquer um com argumentos válidos para uma vitória no culminar na noite. Aguardamos para ver, é para acompanhar na madrugada de segunda, por cá, na TVI.

7 meses

Jack Nicholson  imortalizou na tela aquele que era, na mente de Bob Kane, o estereótipo de Sociopata-Serial-Killer, quando em 1939 criou Batman. 50 anos era a distância entre a criação de Kane e a primeira grande pelicula com risco mainstream de Tim Burton. O resultado foi brilhante, e criou, juntamente com a sequela Batman Returns, problemas incontornáveis para um Joel Schumacker que, chegado depois, se encarregou de dizimar a herança que, apesar de pesada, permitia uma continuidade segura na vida do morcego no grande ecrã.

Foram precisos quase 10 anos para que algum estúdio, ou realizador,  tivessem a coragem e ousadia necessárias para devolver dignidade a um dos maiores herois das crianças, e dos adultos, de todo o mundo. Foi pela mão de Christopher Nolan (notável com Memento e Insomnia) que a saga encontrou novamente um caminho digno, apesar de contar com um Christian Bale insípido, que apesar das interpretações brilhantes em American Psicho e The Machinist, não vingou totalmente no fato das orelhas pontiagudas. Kilmer e Clooney também não o tinham feito, e se o primeiro contou com a preciosa ajuda de Jim Carey na pele de The Riddler (que paradoxalmente se tornou, inclusive em merchandising e publicidade associadas, na personagem principal do filme) o segundo viu-se envolvido num dos maiores disparates cinematográficos da época de 90.

Em Batman Begins, Bale teve ao seu lado Morgan Freeman e Gary Oldman e até Cillian Murphy, numa produção magnifica, digna do legado Tim Burniano.

Em 2008, lá para o meio do ano, chega The Dark Knight, o filme que logo pelo nome nos deve colocar a todos em sentido, afinal é o mesmo titulo com que Frank Miller, em 1986, redesenhou todo o universo de Gotham City, conferindo-lhe o tom negro e pesado com que Burton viria a trabalhar três anos mais tarde.

Heath Ledger promete encarnar um Joker tão desconcertante como o de Nicholson, quase vinte anos depois do primeiro, num estilo completamente diferente, menos desenhado e também menos elegante, mas no fundo, Batman sempre foi muito mais do que glamour e côr.

Nota: É provável que mais tarde ou mais cedo o link seja quebrado como vem sendo habitual no YouTube, o trailer em alta definição pode ser visto e descarregado Aqui.

Sem Grandes surpresas

Assim decorreu a noite dos Óscares, entre a habitual meia dúzia de injustiças, os resultados não se estranham de maneira nenhuma.

Um piscar de olho a Little Miss Sunshine (Uma Família à Beira de Um Ataque de Nervos) e a Alan Arkin que apesar de merecer o prémio menos do que Djimon Hunsou (Hunsou ‘faz’ o papel para Di Caprio em “Blood Diamond” e desfila com uma intensidade impressionante, enquanto Arkin não deixa de ser uma presença mais discreta do que Steve Carrel por exemplo), e uma nota para como Jennifer Hudson e Forest Whitaker personificaram o American Dream (e se Whitaker o merecia, Hudson nem tanto).

Impossível não ter sorrido com a postura magnifica de Ennio Morricone ao receber o Óscar e a falar no seu Italiano, com a humildade que tantas vezes falta aos génios, e por fim, a maior das injustiças, pelo segundo ano consecutivo não venceu o melhor filme, prémio para The Departed (Entre Inimigos) e Babel a contentar-se com a Banda Sonora. Foi Pouco.

ACTOR
Forest Whitaker

ACTOR SECUNDÁRIO
Alan Arkin – Little Miss Sunshine

ACTRIZ
Helen Mirren – The Queen

ACTRIZ SECUNDÁRIA
Jennifer Hudson – Dreamgirls

ANIMAÇÃO
Happy Feet

REALIZAÇÃO
Martin Scorsese, The Departed

DOCUMENTÁRIO
An Inconvenient Truth

FILME ESTRANGEIRO
Das Leben der Anderen (Alemanha)

MÚSICA
Gustavo Santaolalla, Babel

CANÇÃO ORIGINAL
An Inconvenient Truth: “I Need To Wake Up”

FILME
The Departed

ARGUMENTO ADAPTADO
The Departed

ARGUMENTO ORIGINAL
Little Miss Sunshine

Cinema – Smokin Aces

Smokin Aces

É de desconfiar quando um realizador entende despejar quilos de informação no inicio de um filme. Regra geral, o método acaba por implicar uma espécie de “vamos lá a despachar isto” e depois assiste-se a um vendaval de emoções que vão, aos poucos, conferindo sentido à informação que se recebe a martelo, podendo a coisa resultar num sucesso tremendo ou numa amálgama resultante da desfuncionalidade na dosagem de pistas e o tempo de concretização.

Smokin Aces começa muito mal, numa confusão de personagens, relações e narração, melhora e muito quando finalmente entra em velocidade de cruzeiro em direcção ao fim, e, é genial, quando acaba. O ritmo frenético com que se desenrolam os ultimos 20 minutos, entre os pisos de um hotel e com um elevador como veículo para a perdição, farão Tarantino piscar o olho ás balas, ás motoserras, à classe de Jeremy Piven e Ray Liotta e ao autêntico deslumbre que é ver Alicia Keys no papel de Bad Girl, e que permite a Joe Carnahan, realizador, continuar nesta perseguição simpática ao próprio Tarantino .

O filme não é propriamente um fan-boy-piece, e apesar da péssima avaliação de 27% no Rottentomatoes.com, saca um satisfatório 6.6 no IMdB

Cinema – Simplesmente Babel

Babel

 

Se um bom realizador é aquele que consegue dominar os silêncios que cria, então Alejandro Gonzalez Inarritu faz tese sobre o assunto em Babel.

Com alguma facilidade se percebe o porquê de não ser uma obra aclamada, falta, ás massas, paciência suficiente para esperar pelo ultimo frame, pela beleza com que alguns filmes nos brindam nos instantes que antecedem o fade-out e que transportam imediatamente à imobilidade (quando a coisa resulta) enquanto vão caindo os créditos, enquanto nos vamos sentido confusos entre o binómio espaço-tempo que o filme nos apresentou e aquele que habitamos e em que vivemos (e com o qual vamos mantendo uma relação difícil).

Babel não é um filme sobre linguagem, é um filme sobre o que faz a linguagem. Mostra-nos a perspectiva da construção da palavra, a mecânica que antecede o discurso, e, arrisco dizer, o próprio homem em si.

Somos aquilo que fazemos, mas também somos aquilo que a geografia da palavra faz de nós, aquilo que o mundo nos oferece e com o qual mediamos sentimentos através da expressão falada, e desse ponto de vista, Babel é uma lição sobre a humanidade, e sobre o ‘homem’ também.

Brad Pitt anda por lá, quase não se dá por ele. Melhor filme do ano.

68% com voto de qualidade no Rottentomatoes.com (algum dia teria de discordar destes tipos).

Cinema – A estreia Blood Diamond e a delicia de Little Miss Sunshine

Little miss sunshine

Há uma estranha desconfiança em torno do trabalho de Greg Kinnear, sobretudo porque na sua carreira se somam papéis de protagonismo duvidoso ou filmes de classificação pouco feliz, e a excepção que confirmou isso mesmo surgiu em “As good as it gets”, depois, pouco mais ficou para a posteridade.

Para lá de todas as brilhantes performances em Little Miss Sunshine, onde Steve Carrel consegue ser gritante e incrivelmente sério e onde Abigail Bresli, com 10 anos, deslumbra por completo e arrecada mesmo a nomeação para melhor actriz secundária, é em Greg Kinnear que se detém o olhar e a atenção. Num papel feito à sua medida, Kinnear personifica o outro lado do sonho americano, aquele que não se concretiza mas que não perde a esperança, que se dedica à exaustão aos seus ideais e no final consegue tirar proveito disso, onde o conceito de “perdedor” se assume e no final, na sua derrota, consegue ser feliz com isso, e nos mostra que é coisa ao alcance de qualquer um, basta para isso ser generoso (e realista) na perspectiva em que nos assumimos como “não-vencedores”, numa acção a bordo de uma mini-van que só pega de empurrão, em que a mãe (Toni Collete) é a figura equilibrada de uma familia acompanhada por um filho em voto de silêncio que odeia os restantes (Paul Dano) e um avô sem tabus viciado em cocaína (Alan Arkin)

É o filme fetiche dos Óscares deste ano, veremos como a inteligência da academia lida com a qualidade da comédia.

Faz 92 em 100% no Rottentomatoes.com

Em estreia nacional está Blood Diamond, a pelicula que colocou finalmente Leo DiCaprio na ementa dos Óscares, tarde, a más horas, e segundo consta, pelos motivos errados.

O filme que se safa com 63 em 100% no Rottentomatoes.com com critica que não vai além da classificação genérica de “Blockbuster”

Fica o Trailer

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Cinema – A estreia de Scoop e o trailer de 300

Quando parecia finalmente recuperar o carisma que o levou a ser um dos realizadores mais comentados dos tempos modernos, mercê do masterpiece Matchpoint, Woody Allen volta a prometer mais do que efectivamente atinge com Scoop, onde, através de um regresso ao filme agitado e ao diálogo nervoso, se parece regressar a alguns vícios que são regra geral pouco eficientes quando filmados pela câmera de Allen.

O desempenho prévio de Johansson e Jackman em The Prestige (onde Johansson foi tudo menos brilhante – também não lhe foi dado espaço para o ser) ajuda a dar ênfase a esta ideia de que Scoop sabe a pouco, é misturado com uma acção a dois tempos que oscila entre o devagar e o enervantemente vagaroso que se suporta em pedaços de comédia que são brilhantes mas onde se não deixa de lamentar a falta de preconceitos de Allen em aparecer em frente da câmera tantas vezes quantas entender, ainda assim, os diálogos (que ajudam a manter o ritmo da acção incrivelmente lento) em que participa voltam a ser momentos de grande cinema, tanto com Jackman, como sobretudo com Johansson que aqui, como em Matchpoint volta a deslumbrar.

Uma comédia que é um misto de Fantasmas assassinos e magia em palco, assombrada ela própria pelos antecessores The Prestige e The Illusionist cujo desempenho nas bilheteiras e junto dos criticos deixariam qualquer competição a milhas, Scoop fica a milhas, mas não é só por isso…

A critica não tem sido famosa como comprovam as notas miseráveis no Rottentomatoes.com e no IMDB (39% e 6.7/10 respectivamente), e é fantástico como chega a Portugal, 6 meses, 6, após a estreia nos Estados Unidos.

Promete ser mais uma fantástica produção adaptada ao cinema da arte aos quadradinhos de Frank Miller, 300 está agendado para estrear a 9 de Março nos Estados Unidos (sabe-se lá quando em território nacional), a história baseia-se na Banda desenhada com o mesmo nome desenhada por Miller, onde o rei Leonidas e o exército de 300 Espartanos combateu até ao ultimo homem contra a força poderosa do rei Persa Xerxes de um milhão de soldados, contra todas as adversidades e dando o seu exemplo a todo o povo Grego na luta contra os invasores Persas, que resultou na épica batalha de Thermopylae, 480 anos antes do nascimento de Cristo.

O génio de SinCity sente-se a léguas…